O vídeo discute a necessidade de repensar a produção de alimentos na Amazônia, sugerindo que o modelo de grandes fazendas e agronomia convencional está sendo negligenciado. Esse sistema demanda grandes áreas e novas terras, que podem ser devolvidas economicamente às comunidades locais, incentivando os povos indígenas a abandonar suas terras e culturas.
Como alternativa, a história apresenta a agroecologia e nossos sistemas agroflorestânicos. Uma ideia central é que o agricultor deve observar e imitar a natureza e tentar dominá-la. Em vez de plantar apenas uma coisa (monocultivo), o produtor cultiva diversas espécies juntas, o que protege o solo e ama a biodiversidade. No vídeo, temos exemplos práticos:
Um “Chakra”: Um modelo tradicional nosso, que envia uma planta da família para sua própria família, garantindo alimento ou comida e mantendo-a viva.
Criação de Ovinos: Uma alternativa ao gado bovino, já que as ovelhas são mais leves, não compactam o solo e podem ser manejadas mais facilmente por muitos heres e jovens em áreas menores.
O documento do agricultor: É o limite do produto virar a “proteção” das flores e das sementes.
Em resumo, a sustentabilidade da Amazônia depende do respeito ou reconhecimento das práticas antitruste e da integração de práticas que garantam a não destruição do ecossistema. Produzir e conservar sem causar danos; na verdade, dentro da agroecologia, elas contecem ao mesmo tempo.
Carlos Alberto Santos do Couto